Descrição indefinida
  CALIGVLA até 29 de Novembro

Descontos em Ingressos

A APAA, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, está disponibilizando ingressos de vários espetáculos a 5 reais(verificar o valor em cada ponto de venda,pois em alguns lugares é cobrado o valor da impressão) o ingresso, entre eles o nosso Calígula. O site da organização ainda está em processo de atualização e não listou todos os espetáculos cadastrados, mas os ingressos já se encontram disponíveis nos seguintes pontos de venda:

Através do Ingresso Rápido:

- Espaço dos Parlapatões: Pça. Franklin Roosevelt, 158. Horário de Atendimento: de Terça à Sábado, das 16:00 às 22:00.

- Fnac Paulista: Av. Paulista, 901. Horário de Atendimento: todos os dias, das 10:00 às 22:00 horas.

- Fnac Pinheiros: Pça. dos Omaguás, 34. Horário de Atendimento: todos os dias, das 10:00 às 22:00.

- Fnac Morumbi: Av. Roque Petrôni Jr, 1089. Shopping Morumbi - Morumbi. Horário de Atendimento: Segunda à Sábado, das 10:00 às 21:00. Domingos e Feriados: 12:00 às 20:00.

Formas de Pagamento: Dinheiro, Visa, Visa Electron, Mastercard, Redeshop, Amex.

Também há pontos de venda nos Poupa-Tempos Itaquera, Santo Amaro e São Bernardo do Campo.
Site para informações:


Escrito por Samya às 14h39
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  CALIGVLA



Núcleo 1408 traz aos palcos paulistanos um novo Calígula

Obra de Albert Camus ganha um novo olhar e volta aos palcos paulistanos em outubro, sob direção de Rui Xavier


Com estréia marcada para 17 de outubro, o Núcleo 1408 - Cia de Teatro e Invenção traz ao palco do Teatro Coletivo (antigo Teatro Fábrica) um novo olhar sobre a obra Calígula, de Albert Camus, Prêmio Nobel de Literatura em 1957. O espetáculo, que já teve diversas montagens, desta vez ganha o olhar do jovem diretor Rui Xavier, que há um ano vive o desafio de dar vida ao personagem polêmico do terceiro imperador romano e propõe uma reflexão política capaz de atingir diversos níveis de entendimento. É por meio da interpretação de Daniel Sommerfeld, mais uma vez dirigido por Xavier, e de outros nomes da Cia, que a tragédia se dá, em uma produção independente e não menos ousada que o texto que a sustenta.

A montagem trará à tona ingredientes tradicionais, como heroísmo, loucura, confronto e morte, mas é a paixão, e não aquela da sede de amar, e sim aquela pelo impossível, que faz de Calígula um espetáculo movido por uma loucura respeitável. “Calígula é um homem que se revolta contra a própria vida, ele crê que os homens morrem e não são felizes e luta contra isso. É de sua força e paixão para ir contra tudo que a vida propõe que há muitas possibilidades de reflexão”, explica Rui Xavier.

Entre os desafios que cercam a missão da Cia está o de atrair o público pelo tema, que além de envolto de preconceito, possui inúmeras interpretações anteriores que se tornaram referências no imaginário do público, como a recente montagem teatral de Gabriel Villela ou o filme “Calígula”, de Tinto Braz, baseado em texto de Gore Vidal sobre a mesma figura histórica. Para driblar estas referências, a Cia escolheu uma linguagem estética limpa e sóbria, mas sem nenhum elemento estático, o que dá às cenas em palco italiano, dinâmica e movimentação. A escolha foi por uma roupagem em que o contemporâneo e a Roma Antiga convivem em anacronismo, e o cenário, não realista, é composto por três grandes volumes monolíticos, que se movimentam compondo o espaço de diferentes maneiras.

Outra técnica que vem se tornando marca da Cia é a inserção de projeções audiovisuais dialogando com as cenas. Em um dos delírios de Calígula, por exemplo, o público poderá emocionar-se com os passos da bailarina Juliana Santos, que interpretará um dos desejos impossíveis do imperador: a Lua. E, utilizando-se de suas fases, a coreografia fará um discurso sobre o feminino.

A peça – Parte da perda de um amor proibido: Drusilla, irmã e amante de Calígula, morre. É quando um príncipe relativamente amável, tomado por uma espécie de loucura, irrompe em cena para expressar seu desejo pelo impossível: ter a lua para si (o mesmo que a felicidade ou a vida eterna). Suas atitudes são delineadas pela violência e horror, pela recusa de sentimentos como amizade e amor e, ainda, pela perversão sistemática que faz com que os senadores que o rodeiam, voltem-se contra ele em uma trama de assassinato que termina em uma espécie de suicídio superior. “Ele (Calígula) deseja ser morto, está consciente que suas atitudes o levarão para isso, e a violência e a loucura das suas ações, que nos impressionam tanto, são para ele uma estratégia”, completa o ator Daniel Sommerfeld.

Além da cúpula que trama sua morte, Calígula tem em sua defesa o escravo liberto e a velha amante resignada. Neste contexto, ainda dividido, o poeta.

“O texto dramático, de cunho intelectual, está repleto de frases reflexivas e extremamente impactantes. Somado à proposta de movimentação dos elementos no palco e a trilha sonora constante, por vezes subliminar, preencherá todas as pausas e conduzirá as duas horas de espetáculo com leveza”, diz Paulo de Tharso, tradutor da obra.

_____________________________________________________________________________

Serviço
Peça: Calígula

Local: Teatro Coletivo (antigo Teatro Fábrica) – Rua da Consolação 1623 – Tel. 3255-5922

Estréia: 17/10/09

Apresentações: Sábados, às 21h, e domingos, às 20h

Ingressos: R$ 30 (inteira), R$ 15 (estudantes, idosos e classe)

Duração: 120 minutos

Classificação etária: 18 anos

Informações: Talita Melo (assessoria de imprensa)

talita.melo1@gmail.com

Tel.                11 8038-4066 

Erika Horn (produtora executiva)

producao.caligula@gmail.com

Tel.                11 4508-0757                  11 8597-9737 



Escrito por Samya às 15h51
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ESTRÉIA DIA 17!!

ESTRÉIA DIA 17!!
No Teatro Coletivo (Consolação, 1623), Sáb. às 21h. Dom. às 20h


Escrito por Samya às 14h34
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Escola Livre de Teatro de Santo André promove ocupação artística
A “Semana ELT em Alerta”, como foi chamada, começa nesta segunda-feira com diversas apresentações gratuitas de música, teatro e dança, além de mesa de debates com Luís Alberto de Abreu e Francisco Medeiros

De 21 a 25 de setembro a comunidade da Escola Livre de Teatro de Santo André (ELT) promove a Semana ELT em Alerta. O evento é uma Ocupação Artística em prol da Manutenção do Projeto Pedagógico da Escola, que está seriamente ameaçado.
            Durante a semana, diversos coletivos teatrais e artistas que apóiam a causa se apresentarão nos espaços da Escola Livre de Teatro e Praça Rui Barbosa, no bairro de Santa Terezinha, Santo André. Farão parte da Semana, espetáculos de teatro e dança, atividades de literatura, apresentações musicais e performáticas, além de debates sobre políticas públicas culturais. Na mesa de debates do dia 23, o dramaturgo Luis Alberto de Abreu e o diretor Francisco Medeiros, discutirão sobre o projeto artístico-pedagógico da Escola.
No rol de convidados estão artistas de destaque na cena regional e nacional como a Cia. São Jorge de Variedades, Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, Brava Companhia, Teatro de Rocokóz, o escritor Marcelino Freire e o cantor Rubi.
            Artistas e grupos participantes farão apresentações gratuitas em defesa da continuidade do projeto ELT, que se tornou referência para a formação de atores no Brasil e que está completando 20 anos de luta e existência. A Escola, que é autogerida pelo coletivo de mestres e aprendizes e escolhe democraticamente sua coordenação, ficou abalada no dia 08 de setembro de 2009, com a notícia de que seu coordenador pedagógico, o ator Edgar Castro - professor da escola há 11 anos - havia sido demitido sem justificativas.
Na sexta-feira, onze de setembro, mais de trezentos artistas representantes dos principais coletivos de artes cênicas das cidades de Santo André e São Paulo - entre eles as atrizes Maria Alice Vergueiro, Leona Cavalli, Georgete Fadel, o ator Antônio Petrim, a diretora Cibele Forjaz – fizeram uma passeata da Praça Rui Barbosa, sede da Escola, até o Paço Municipal, onde foi entregue uma carta de reivindicações ao Secretário de Cultura do município.
Ontem, dia 17, mais de cem artistas estiveram presentes na Câmara Municipal de Santo André, durante a Sessão Plenária. Os aprendizes Mário Augusto e Lílian Cardoso fizeram uso da Tribuna Livre para defender a continuidade do projeto da ELT e foram apoiados pela maioria absoluta dos vereadores.
O movimento repercutiu numa comissão de vereadores e membros da Comunidade ELT que dialogarão junto ao Poder Executivo, que vem negando todas as reivindicações da comunidade e descumprindo os prazos de resposta acordados em reunião, firmando a decisão de afastar Edgar Castro como coordenador e professor da Escola.
A comunidade não aceita essa decisão e por isso convida todos os cidadãos e cidadãs a participarem da Semana ELT em Alerta, uma mostra que reflete a diversidade estética e a profundidade ética que regem a práxis da Escola.

          Ver programação completa pelo link: http://movimentolivre-sa.blogspot.com/

         Neste link também consta tudo que está acontecendo e maires informações sobre tudo que está acontecendo com a ELT .






Escrito por Samya às 01h50
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  FESTA!!!FESTA!!!FESTA!!!

Queridos,
 Nesta sexta-feira vai rolar uma festa bem animada para lançar o espetáculo Calígula que estréia em Outubro. Estão além de convidados,intimados a comparecer e curtir a noite inteira!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 
Aguardo vocês lá,
 
Beijossss
Samya
 

Drusilla

music – video - art

 

Festa de lançamento do espetáculo “Calígula”

 

Quando: sexta - 18/09 – 22h.

 

Quanto: R$ 10,00

(garrafa de cerveja 600 ml – R$ 4,50)

 

Onde: Bar de Ontem

Rua Cardeal Arcoverde, 1761 – Pinheiros – tel. 3097-9811

(próx. à Rua Fradique Coutinho)



Escrito por Samya às 13h01
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  COMPAREÇA!!!

CONVOCATÓRIA!

A comunidade da Escola Livre de Teatro, torna público o último fato que ameaça o projeto político pedagógico original da escola reconhecida e respeitada nacional e internacionamente, podendo inclusive comprometer definitivamente a continuidade da instituição que vem sendo construída ao longo de 19 anos.

Na Tarde desta terça-feira, dia 08/09/2009, foi comunicado a Edgar Castro o seu desligamento do quadro de Funcionários da ELT, pelo Diretor de Cultura Sr. Pedro Botaro. Fato este que só faz reafirmar a grave situação que ameaça a continuidade do projeto original, visto todos os atos anteriores, que nos vem sendo apresentados como tentativas de dissolver a força artística representada por este coletivo.

Assim sendo, convocamos todos para o ato que ocorrerá na próxima sexta-feira, dia 11/09/2009, com concentração que se iniciará às 14 horas na porta da referida escola, cujo qual tem como objetivo a formalização da entrega de uma carta ao Secretário de Cultura Sr. Edson Salvo Melo, em uma marcha que se estenderá até o Paço Municipal.

Escola Livre de Teatro
Praça Rui Barbosa, s/ nº
Bairro Santa Terezinha
Santo André - SP
Para saber mais informações entrar no blog do movimento:
 http://movimentolivre-sa.blogspot.com/


Escrito por Samya às 12h32
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Sorrisinho,

 Leva este cabelo caramelo,

o jeito meigo,

e genioso,

 seu cigarro de menta,

o traço preto no olho,

e parte com um sorriso no rosto.

 

 Pega os bilhetes da manhã seguinte,

os cafés das tardes,

as noites mal dormidas,

os abraços sinceros

e coloca na caixinha: amigas.

 

Assim quando sentir saudades,

é só abrir e assistir,

talvez chorar,

rir,

se emocionar,

com um pouco deste lugar.

 

Por favor,

guarda esta caixinha,

no lugar mais fundo que encontrar,

pois sempre que eu sentir saudades,

é lá que vou procurar.

 

Guarde também um lugar,

na alma e na casa,

para quando eu chegar,

descansar e mais uma vez,

viver histórias para guardar.

 

Te amo minha amiga...

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Samya às 22h47
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  Que país é esse?

Só para constar, na madrugada de Sábado os mesmos "fiscais" apareceram no Espaço Parlapatões e mantiveram a mesma conduta:apresentando como cartão de visita a agressividade. 
  
GAMBIARRA INFORMA SOBRE OS FATOS OCORRIDOS NA NOITE DE ONTEM - 09 DE AGOSTO DE 2009:
 
 
A Gambiarra caiu na boca, e no coração, do povo. E, infelizmente, nos olhos de ganância de invejosos. Ontem, por volta das 2h da manhã, cerca de 10 viaturas da Guarda Civil Metropolitana, lideradas por dois fiscais da Subprefeitura da Sé (Tiago Augusto Inácio Gomes da Silva e Rafael – que não quis revelar o sobrenome), que não portavam identificação, cercaram as 3 entradas da festa, armados, e sem portar nenhum mandato ou coisa parecida, e bloquearam todas as portas da casa contra a vontade dos organizadores da festa. “Ninguém mais entra nem sai da casa”, disse o Rafael a um dos organizadores, impedindo inclusive a entrada do mesmo, que estava no momento na rua orientado os clientes que acabavam de chegar, e causando conflito com os clientes que já haviam pagado e queriam simplesmente ir embora.
 
Sem conversarem ou darem qualquer satisfação, arrancaram e confiscaram à força os banners das 3 portarias (inclusive agredindo um dos funcionários), sendo que todos os banners foram feitos dentro dos limites impostos pela própria prefeitura no Cidade Limpa.
 
A Gambiarra obedece ao PSIU (o nível de som que ultrapassa as pistas é muito pequeno), ao Cidade Limpa (todos os banners têm metragem muito menor do que o máximo permitido) e agora à Lei Anti-Fumo (no final de semana anterior à entrada em vigor da lei o cigarro já foi proibido na casa e foi criada uma alternativa para as pessoas entrarem e saírem da festa para fumar). Além disso, a casa, que conta com 3 pistas distintas, tem alvará de funcionamento para cada uma delas.
 
Ainda sem informar o motivo da “fiscalização”, os fiscais e os policiais invadiram a festa. Depois de verificarem que não havia fumantes nas pistas de dança, e exigirem que o som fosse desligado à força, fizeram o primeiro pronunciamento: “Queremos ver o alvará de funcionamento da casa”. Imediatamente, claro, foram encaminhados pela produção ao escritório onde tiveram em mãos os 3 alvarás de funcionamento.
 
Não satisfeitos, ordenaram o imediato desligamento do som e a retirada de todas as pessoas da festa para que fosse feita a contagem de quantos freqüentadores estavam presentes naquela noite, um por um.
 
Pressionados, por policiais armados, os produtores foram aos microfones das pistas para comunicar os clientes de que eles infelizmente tinham que sair.
 
O dj da Pista 1 ainda tentou resistir tocando algumas músicas da época da Ditadura, já com um volume bem baixo, embalado por um coro dos próprios freqüentadores, mas logo teve que ceder por ameaça policial.
 
Neste momento, as 1.400 pessoas presentes na festa se encaminharam para os caixas. Não bastando, e bloqueando todas as saídas, os policiais, inconseqüentemente, abriram uma das portas da festa, sem autorização e controle dos proprietários, permitindo a saída de várias pessoas ao mesmo tempo sem o pagamento da comanda, causando tumulto, gritaria e prejuízo à casa.
 
Terminada a contagem exigida pelo fiscal e totalizadas quase 1400 pessoas (o que estaria dentro da normalidade, caso ele considerasse o alvará das 3 casas utilizadas conjuntamente), os fiscais da prefeitura deram a primeira e única satisfação para os donos da festa: “ Vocês não podem juntar 3 casas diferentes numa só festa. Nós só aceitamos 1 dos seus alvarás, com capacidade para 510 pessoas. Vocês precisam de 1 alvará coletivo para as 3 casas”. Informação esta nunca notificada anteriormente pela própria Prefeitura.
 
Com a casa já vazia, os fiscais abandonaram o local sem efetivar uma notificação do ocorrido – ação esta que deve vir antes da multa e muito antes de uma expulsão arbitrária e ditatorial.
 
Com prejuízos inumeráveis, tanto para os organizadores da festa como para os clientes, tamanha irresponsabilidade, que poderia ter provocado tumulto de proporções catastróficas, acabou com uma noite de uma das festas que mais respeitam todas as leis impostas por esse governo, sempre pensando no bem da população.
 
Alertamos a imprensa que tal fiscalização não teve relação direta com a Lei Anti-Fumo, conforme publicado em alguns veículos. Não havia nenhuma pessoa fumando dentro da festa e os agentes em nenhum momento se identificaram como fiscais da nova lei.
Independente do acontecido, a Gambiarra continuará alegrando nossos domingos e desabando água, pra lavar o que tem que limpar.
 
“Nós lamentamos o fato ocorrido e pedimos a todos os amigos e freqüentadores presentes na noite de ontem que entendam nossos esforços no sentido de adequar sempre a festa às leis e ao conforto de nosso público”.
 
 
Qualquer manifestação no sentido de repugnar tal ato ditatorial deve ser enviada para gabinetedoprefeito@prefeitura.sp.gov.br, diretamente para nosso prefeito Gilberto Kassab.
 


Escrito por Samya às 18h59
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Qual a dose certa?

A minha ou a sua?

Nenhuma das duas?

Consegue responder?

Expor sua verdade?

Ouvir a outra?

Recriar a verdade?

Ou,

Simplesmente agir?

Dificil.

As falas cansam.

 

 



Escrito por Samya às 19h25
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Escrito por Samya às 01h11
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  Aquela viagem

 

A viagem esqueceu  a,

virou vigem,

buscou a e deixou  i,

acabou vagem.

 

A falta do a e i

fez vigem e vagem,

naquela manhã,

perderem a viagem.

 



Escrito por Samya às 18h34
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  Um Detalhe

Nina leva o calor,

do isqueiro rosa até a ponta,

do cigarro de uma mulher,

que olha através da chuva,

o trânsito da cidade que nunca,

pára.

 

Uma angústia,

talvez um suspiro,

ou mesmo uma dor profunda,

daquela mulher,

que percebe o caos dentro de si,

observando a cidade,

com Nina.

 

 

 



Escrito por Samya às 18h49
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   Hoje: Aniversário do Flavinho no Coletivo Galeria, tem as infos no blog do Mário...

 Dei uma entrevista para o site Aldea Cultural, site que divulga cinema,teatro da América Latina, quem tiver curiosidade e vontade é só entrar: www.aldeacultural.com, o site é em espanhol, mas é só clicar no aldea cultural brasil que tem a mesma matéria em português...

 

 Sem muita inspiração para escrever algo digno de ser lido...

Beijos,

          



Escrito por Samya às 16h18
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  Resultado: CENSURA 1 X LIBERDADE 0

Um jogo impressionante,

um estádio silencioso,

sem torcedores,e

alguns jornalistas escondidos.

Começa o jogo,camisa um do Censura pega a bola, passa por cima do Bom Senso e vai chegando ao campo adversário.Passa a bola para Governo e Pesquisa que vão alternando até chegar na grande área do Liberdade. Faltas e até um impedimento a favor do Liberdade não são marcados por nossos juízes. O jogo continua,o Liberdade continua defendendo com garra, mas não consegue resgatar a bola.

Em um passe lindo, Estado e Governo investem na jogada pelo meio, deixam a defesa para trás,Estado passa a bola para Governo que ajeita e chuta bem no meio do gol, enquanto o goleiro Não cai para o lado direito. Juiz apita:FINAL DE JOGO.

 

Se nós, povo, brigassemos na vida como brigamos no campo, talvez esta lei anti-fumo,que além de censurar a cultura ( será necessário autorização da justiça para utilização do cigarro em teatro, cinema, show) e principalmente a liberdade de escolha, não estaria onde está agora:APROVADA!

 Mais fácil proibir do que achar soluções justas para todas as partes envolvidas.

Uma boa explicação para o estado do nosso país.



Escrito por Samya às 13h34
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  Augusto Boal

 Faleceu na madrugada deste sábado Augusto Boal. Triste ver pessoas que colaboraram tanto para uma possível evolução cultural neste país partirem, assim como Reinaldo Maia.

 Se existe algo além disso que vivemos, que grandes homens como estes dois, Guarniere e tantos outros, nos dêem esperança para continuar com nossa luta por um país mais justo, onde a cultura não é privilégio de poucos.

Este link vai para uma matéria do O Globo que explica as causas da morte de Boal e dá um breve resumo do que É este homem: http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/05/02/morre-augusto-boal-um-dos-maiores-dramaturgos-do-brasil-755596226.asp



Escrito por Samya às 18h21
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